É aqui que venho
Em busca de conforto,
E de calmaria para meus tormentos
Quando meu barulho interior não
cala.
É aqui que venho
Em busca de mim quando me desconheço,
Em busca rumo quando me desencontro
E tudo fica endurecido e pesado
demais
É aqui que venho
Quando em minhas costas…
Como atlas, sinto o peso do planeta
Ou quando ele (o mundo) se vira
contra mim
Sempre que uma batalha parece
perdida
Quando nem em mim mesmo
acredito
Quando me transformo no meu
próprio vilão
É na poesia onde me tranco e me
liberto
Autor: #SAMM




