O homem investe no insignificante
Inverte valores, ama futilidades
Alimenta mediocridade
Busca e gasta com o que está distante
Mas é chegada a hora de mudar
Talvez a realidade actual nos esteja a moldar
Talvez a vida ensine a amar como cisnes por meio da dor
A ver o valor que temos e a importância dar
Hoje estamos engaiolados
Mas já se ouve do casulo o que homens novos têm cantado
E já se sente o crescer da “humanidade” no mundo
Sopram em nossos rostos ventos de liberdade
Ventos de esperança, irmandade e amorosidade
Ventos que trazem a beleza singular da nossa pluralidade
__________
Autor: #SAMM
Leia também: o-poeta-maior



